• métricas para sua loja virtual
    Principais métricas para sua loja virtual Principais métricas para sua loja virtual

    Principais métricas para sua loja virtual

Principais métricas para sua loja virtual

Dia após dia o desempenho precisa ser observado e novas estratégias precisam ser elaboradas no intuito de alavancar o desempenho da loja. Pensando nisso,  elaboramos as principais métricas que precisam ser observadas diariamente para que sua loja virtual consiga superar o desafio do constante crescimento.
Análise de tráfego

A primeira coisa que você precisa entender é como os visitantes vieram parar na sua loja. Em uma loja física é comum os vendedores perguntarem aos clientes como os descobriu.

No e-commerce existem ferramentas que permitem essa análise que vai desde a origem do usuário, passando pelos produtos mais visitados, até os produtos que são mais lucrativos para a empresa.

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    E-commerce espera faturar R$ 1,3 bilhão no dia das mães E-commerce espera faturar R$ 1,3 bilhão no dia das mães

    E-commerce espera faturar R$ 1,3 bilhão no dia das mães

E-commerce espera faturar R$ 1,3 bilhão no dia das mães

O dia das mães é a segunda melhor data para o varejo e causa grande expectativa entre lojistas físicos e virtuais. Para a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), a perspectiva é um aumento entre 4,5% e 6% nas vendas em relação à 2012, o que corresponde ao movimento entre R$2,18 bilhões a R$2,22 bilhões. Quanto às compras pela internet, a e-bit estima faturamento de mais de um bilhão de reais entre os dias 26 de abril e 11 de maio, crescimento de 15% em relação ao ano passado. Ainda segundo a e-bit, a expectativa de movimentação do e-commerce para 2013 é de R$28 bilhões, crescimento de 24% sobre os R$22,5 bilhões faturados em 2012. A pesquisa também mostra que o tíquete médio em 2012 foi de R$342.

Segundo o diretor-presidente da Web Consult, Leonardo Bortoletto, o dia das mães é favorável para adquirir o presente virtualmente. “As previsões mostram que as pessoas estão se sentindo cada vez mais seguras em comprar pela internet. Optando por comprar virtualmente, o cliente não precisa enfrentar filas e lojas cheias e as mercadorias, muitas vezes, possuem preços mais acessíveis. É uma comodidade que é a cara da mãe brasileira”, ressalta o especialista em inteligência digital.

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    Facebook: como os brasileiros se relacionam com as marcas Facebook: como os brasileiros se relacionam com as marcas

    Facebook: como os brasileiros se relacionam com as marcas

Facebook: como os brasileiros se relacionam com as marcas

Estudo mostra que as mulheres dominam as interações com as empresas e publicam 40% a mais do que os homens.

A Gauge realizou uma pesquisa para descobrir como os usuários brasileiros do Facebook se comportam em relação às marcas. O estudo revela que as mulheres dominam as interações com as empresas e publicam 40% a mais do que os homens. Para alcançar os resultados da pesquisa a consultoria utilizou métodos quantitativos e qualitativos, que levou aproximadamente um ano para ser realizado e abordou diferentes segmentos de consumo: cervejas, destilados, bebidas não alcoólicas, bancos e carros.

“O Facebook se consolidou no País e tornou-se uma das mídias que mais trazem resultados para as marcas. No Brasil, 82 milhões de usuários estão conectados à internet, sendo que 51 milhões acessam o Facebook. As empresas, no entanto, ainda têm um longo caminho a percorrer para que a comunicação nas redes sociais se torne, de fato, eficiente”, explica Dante Calligaris, diretor-executivo da Gauge.

Brasil possui 99 milhões de computadores em uso

Pesquisa estima que, em 2012, 17,9 milhões de computadores serão vendidos no Brasil (Fonte da imagem: Shutterstock)

Pesquisa divulgada recentemente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) indica que o número de computadores em solo brasileiro dobrou nos últimos quatro anos, alcançando a impressionante marca de 99 milhões de máquinas em uso, somados PCs utilizados tanto em ambiente de trabalho quanto em casa.

A 23ª Pesquisa Anual de Tecnologia da Informação (TI), computada pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da FGV, estima que, dentro de seis anos, o Brasil passará a ter um computador por habitante. No momento, apesar da desigualdade social marcante no país, o percentual nacional de computadores por pessoas (51%) já ultrapassa a média mundial (42%).

De acordo com a revista EXAME, os resultados ainda afirmam que, no ano de 2012, devem ser vendidos mais 17,9 milhões de computadores dentro do território nacional. Mesmo assim, o país está longe de alcançar a marca percentual de países como os Estados Unidos, que possuem cerca de 354 milhões de computadores, ou seja, 114% da população.

Entretanto, quando o assunto é telefone, o Brasil empata com a terra do Tio Sam: 153% da população, dado que pode ser traduzido como mais de 300 milhões de linhas telefônicas. A média mundial é de 108%.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/mercado/22359-brasil-possui-99-milhoes-de-computadores-em-uso.htm#ixzz1sW1fAEkq

Conferência debate tendências do E-Commerce para 2012

Com o tema principal sobre as influências do e-commerce no Brasil e as tendências para o ano de 2012, a 3ª Conferência Online do Projeto Empreendedor, organizada pela Paypal, reuniu profissionais da área para discutir sobre o assunto em questão.  Na ocasião estavam presentes os convidados Alexandre Crivellaro, do Ibope Mídia, Felipe Brasil, da Polishop e Leonardo Palhares, membro do Conselho da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico

O aumento das vendas pela internet vem crescendo consideravelmente nos últimos tempos. Somente em 2011, cerca de R$ 19 bilhões foram de vendas de bens de consumo, com mais de 35 milhões de consumidores optando por realizar suas compras pela internet.

Devido as grandes ofertas e praticidades das compras pela internet, o ritmo das vendas tem crescido muito nesse setor. Atualmente, as vendas do e-commerce são lideradas pelas classes A e B no Brasil, totalizando cerca de 70% dos consumidores. Embora a classe C venha crescendo em um bom ritmo, o acesso à internet é um privilégio para apenas 48% da população. As classes D e E também não ficam de fora e completam 1% das vendas do e-commerce.

Nesse âmbito, e dentre outras informações didáticas e objetivas a 3ª Conferência foi de grande importância aos lojistas que pretendem ou empreendem o comércio eletrônico.

Um dos primeiros convidados a falar sobre o assunto foi Alexandre Crivellaro, diretor de inovação do Ibope Mídia.

Tíquete médio deve diminuir ao longo do tempo

Visando o crescimento do e-commerce no Brasil, Crivellaro ressalta que o Ibope então criou métricas para acompanhar o comportamento de compra do consumidor.

O comércio eletrônico cresce em torno de 25% a 30% ao ano chegando a picos de 40%, ultrapassando o crescimento da internet. Crivellaro explica que foi criado um painel com 5 mil usuários na internet, acompanhados diariamente para fazer relatos como: os melhores locais para anúncios dos lojistas, de onde vem seu tráfego, se os consumidores preferem comparar preços ou compram impulso, entre outros recursos que visam otimizar as vendas do lojistas.

Crivellaro ainda ressalta que cerca de 83% das pessoas que compram em lojas virtuais buscam produtos que facilitem suas tarefas cotidianas. Já 76% procuram preço e facilidade de pagamento. “O preço hoje é um fator importante, não só o preço como a forma de pagamento. O preço pode ser atraente, mas a facilidade de pagamento é muito importante”, ressalta Crivellaro.

Crivellaro acredita que os produtos virtuais – ou de download – devem ganhar grande popularidade em 2012 e ao longo dos próximos anos, enquanto a entrada da Classe C no comércio eletrônico deve baixar o tíquete médio e aumentar o volume de vendas das empresas.

Compras coletivas como canal de mídia

O Diretor de E-Commerce da Polishop, Felipe Brasil, também participou do evento e esclareceu dúvidas sobre a empresa, compras coletivas e novas tecnologias.

Como referência em empresa multicanal, a Polishop, que iniciou no ano de 1999 apenas com produtos anunciados na televisão, tornou-se um importante varejista do comércio eletrônico. Logo no início a empresa aderiu a uma operação de e-commerce, o qual foi o segundo canal de vendas da companhia. “Nunca enxergamos os canais como concorrentes, o e-commerce como os outros canais são complementares”, aborda Felipe. Por ser referência em seu setor, a empresa prevê boas perspectivas para o ano de 2012, e as expõe como forma de auxílio a novos investidores.

Dentre os aspectos abordados por Felipe, é importante ressaltar a importância das evoluções das mídias e da internet em relação aos investimentos. Este ano, uma das grandes apostas da Polishop no comércio eletrônico foram as compras coletivas, que apesar de serem grandes dúvidas para muitos varejistas, elas tem possibilitado uma maior interação com os consumidores. “As compras coletivas não são um canal de venda para nós, mas sim um canal de mídia e dessa forma conseguimos divulgar nossos produtos”, completa o diretor de e-commerce da Polishop.

Felipe revela que o “Mobile” e as mídias sociais são as grandes apostas da varejista brasileira para o ano de 2012, enquanto os marketplaces e o atendimento personalizado ao cliente devem ser tendência para o setor.

Empresas devem ficar atentas ao marco regulatório

Para Leonardo Palhares, sócio da Almeida Advogados e membro do Conselho da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, o mundo do e-commerce é um ecossistema muito interessante, pois possui muitas formas de se desenvolver negócios. “O comércio eletrônico nada mais é que uma ferramenta para se fazer negócio, neste ponto a vida virtual imita a vida real”, diz Leonardo.

Há muitos anos o comércio eletrônico vem se desenvolvendo sem uma legislação específica. Em compensação, o Código de Defesa ao Consumidor é aplicado ao varejo online atualmente. Isso torna-o absorvido e amparado por toda a legislação que existe em todo país.

Como tendência na área legislativa para 2012, Palhares ressalta que os comerciantes devem prestar muita atenção no marco regulatório como um todo – nas leis que surgem em Brasília (marco civil da internet e projeto de lei de proteção de dados) e nas assembléias legislativas estaduais, que tem grande influência sobre este setor.

72% das empresas proíbem o acesso ao Facebook, diz pesquisa

Uma pesquisa feita pelo Kaspersky Lab mostra que a maioria das empresas bloqueiam completamente o acesso às redes sociais na rede corporativa.

O acesso ao Facebook e Orkut é completamente bloqueado em 53% das empresas que participaram da pesquisa, outros 19% proíbem parciamente esta atividade. O estudo ouviu companhias em 20 países diferentes.

A análise mostra que as redes sociais são a segunda tecnologia mais proibida pelas companhias, perdendo apenas para os programas de compartilhamento de arquivos (P2P).

A pesquisa “Riscos Globais de Segurança em TI” , feita em parceria com a B2B Internacional, acompanhou as atividades que frequentemente são bloqueadas nas empresas.

A lista ainda cita outros comportamentos vetados, como jogar online, acessar a determinados sites, fazer streaming de vídeos e usar softwares de mensagens instantâneas.

Quando perguntado sobre as atividades mais perigosas exercidas pelos empregados, as redes sociais foram citadas por 35% das empresas. O principal motivo do bloqueio destas atividades, segundo a Kaspersky, seria a segurança dos dados empresariais e também a produtividade dos funcionários.

Segundo a empresa de segurança, devido a popularidade e as vulnerabilidades emergentes em redes sociais, estes sites tornaram-se um dos principais canais de distribuição de programas maliciosos.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/ti/72-das-empresas-proibem-o-acesso-ao-facebok-diz-pesquisa-07122011-37.shl

Quatro passos para o sucesso de um projeto de TI

Fracassos muitas vezes decorrem de planejamentos falhos, que deixam de considerar restrições básicas.

Projetos, por vezes, saem dos trilhos. É quase uma regra. Mas é sempre possível reduzir o número de projetos com problemas insolúveis.

A despeito de muitos fatores afetarem o sucesso de um projeto,os fracassados muitas vezes decorrem de planejamentos falhos, que deixam de considerar restrições básicas. Em TI, restrições nas seguintes áreas:

Habilidades específicas – Todo planejamento deve considerar a disponibilidade de habilidades de alta demanda. Um varejista integrante da lista de 500 maiores empresas da Fortune precisava reconstruir quase todas as aplicações em uso. Inicialmente, o plano parecia agressivo, mas alcançável. Uma análise mais profunda, porém, revelou falhas de pessoal significativas. Nove pessoas-chave, incluindo arquitetos e gerentes de projeto, receberam atribuições em excesso, em mais de um projeto. Evite isso, verificando a disponibilidade de pessoal, mesmo que as habilidades específicas sejam necessárias só por um tempo limitado. Isso parece óbvio, mas muitas vezes é ignorado.

Cultura - Os planos devem acomodar culturas distintas de uma organização. Uma empresa global com centenas de pequenos escritórios autônomos não levou em conta a independência desses escritórios ao implantar o help desk corporativo centralizado. Os escritórios não viam valor no help desk e o ignoravam.

Gestores de projeto têm o hábito de ignorar a cultura organizacional por sua conta e risco.

Capacidade de entrega - Toda organização de TI tem limitações impostas pela infraestrutura. Uma fabricante de alimentos, também integrante da lista de 500 maiores empresas da Fortune, decidiu mudar toda a sua força de vendas direta e, simultaneamente, todo o seu mix de produtos e instrumentos de crédito. Infelizmente, seus sistemas caseiros foram inflexíveis. Velhos e mal documentados, transformaram-se em legado de difícil atualização. A equipe de planejamento de TI se recusou a incluir melhorias, apesar dos muitos protestos. Incapaz de tomar decisões ou despachar produtos por seis semanas, a empresa quase saiu do negócio.

Orçamentos - Planejamentos que ignoram restrições orçamentárias estão condenados. Um CIO era obrigado a realizar oito grandes projetos em paralelo, embora não tivesse gestores suficientes. Seus pedidos de contratação de pessoal adicional ou de adiamento eram sempre negados. O pessoal de TI, agora desmoralizado, foi forçado a trabalhar em planos considerados inviáveis. Resultado: muitos decidiram procurar outras oportunidades de emprego.

Falhas de planejamento são frequentemente o resultado de fraquezas das empresas. Pressão de gestão é uma das fraquezas mais comuns. Inexperiência é outra. Equipes de planejamento precisam ter participantes experientes suficientes para garantir que os prazos serão realistas e que as restrições e os riscos, levados em conta.

Mesmo planejamentos agressivos podem ter sucesso se forem realistas. Quanto mais ousado o plano é, menos há espaço para erro. Falhas de planejamento não detectados são prenúncio de fracasso.

(*) Bart Perkins é sócio da consultoria norte-americana Leverage Partners, que oferece aconselhamento para investiments em TI de empresas.

9 das 10 empresas mais citadas em blogs no País são de TI

Quanto às personalidades mais lembradas, Pequeno Zangief ficou em primeiro, à frente de Harry Potter e Jesus Cristo.

As marcas de tecnologia são as mais citadas nos blogs nacionais. Segundo pesquisa da boo-box – empresa de publicidade para mídias digitais – das companhias citadas, 72% eram do ramo, muito à frente das do setor automotivo, com 13%. As de e-commerce ficaram em terceiro, com 4%.

Das 12 marcas mais presentes, apenas a Disney destoa, por ser de outro segmento. Quem lidera a classificação é a Google (26%), seguida pela Samsung (17%), Apple (11%), Microsoft (9%) e Sony (8%). Os índices demonstram como os produtos dessas corporações impactam a vida do usuário, de modo que ele é levado a discuti-los na rede.

Por falar em produtos, três dos da Apple obtiveram os maiores índices: iPhone, iPad e iPod, com 12%, 11% e 6% das menções, respectivamente. Coerentemente, o software mais lembrado foi o iOS (27%), que equipa os três, seguido pelo Android (14%) e javascript (11%). É estranho constatar que Windows e Office não apareceram entre os líderes.

Humor lidera
Apesar do panorama apresentado, são os blogs de entretenimento os mais disseminados. Quase 25% pertencem a essa editoria, ante 20% de tecnologia, 15% de educação e 11% de saúde. O que impressiona é que dos portais de entretenimento, 67% tem o humor como tema; moda, música e carros vêm em segundo com 6% cada.

Quanto aos países mais comentados, o Brasil tem 37%, os Estados Unidos, 11%, e o Japão, 7%. Em relação às cidades, o Rio de Janeiro ficou com 27%, superando facilmente Londres (8%) e Paris (6%).

O estudo também divulgou as personalidades com maior número de citações. Surpreendentemente, o primeiro lugar não foi para nenhum artista ou personagem, e, sim, para Casey Heynes – mais conhecido como Pequeno Zangief – graças ao vídeo que se espalhou pela web, no qual ele reage às sucessivas provocações de um garoto de pouca estatura, mas muito importuno. Harry Potter obteve a segunda colocação e Jesus Cristo, a terceira.

O estudo da boo-box foi conduzido durante o primeiro semestre deste ano e cerca de 200 mil blogs foram analisados. Segundo a empresa, 80% dosinternautas brasileiros (por volta de 60 milhões) visitaram sites do tipo no período abordado.

Lista de Motivos para abandonar o Orkut!!

Há uma série de fatores que podem influenciar a decisão dos orkuteiros a deixarem de participar da rede social. Confira quais os principais citados pela maioria dos usuários.

 

No Brasil, quando se fala em rede social o primeiro nome que surge na cabeça da grande maioria dos usuários é o Orkut. Não é à toa que (segundo dados do dia 4 de maio de 2010) 50,6% de todos os perfis cadastrados são brasileiros. O país é seguido pela Índia, com 20%, e pelos Estados Unidos da América, com quase 18%.

É fato, não dá para negar que o Orkut é uma das redes sociais que mais influencia os internautas brasileiros, afinal desde 2004 o número de contas de usuários só vem crescendo. O problema é que nesses seis anos pouca coisa foi efetivamente melhorada na estrutura do serviço.

3G ultrapassa banda larga fixa no Brasil

O acesso à internet via banda larga móvel pelas redes 3G, em modens e dispositivos móveis, ultrapassou a banda larga fixa, no último ano.

Entre smartphones e modems, o número de acessos passou de 8,7 milhões (em 2009) para 20,6 milhões no fim do ano passado, aproximadamente 50% a mais que o número de conexões pela banda larga fixa.

Além disso, a velocidade média destas conexões é de 1,3 megabits por segundo. As informações fazem parte de um levantamento divulgado nesta semana pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), que representa as operadoras de telefonia privadas.

Ainda segundo a pesquisa, o número de acessos à banda larga 3G cresceu 85% entre janeiro de 2011 e o mesmo mês, em 2011.

Somando conexões fixas de alta velocidade e internet 3G, o número de acessos chega a 36,1 milhões, acréscimo de 53%, ou 12,4 milhões, de acessos em um ano. O número equivale a 24 novas instalações por minuto no país nos últimos doze meses.

“Essa evolução tem sido vertiginosa, mesmo com a pesada carga tributária, que varia de 43% a 63% sobre o preço dos serviços e é recolhida diretamente aos cofres públicos, onerando o cidadão”, declarou a Telebrasil, em nota.

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Fonte: http://www.mobilepedia.com.br/noticias/3g-ultrapassa-banda-larga-fixa

 

Boom!! Testes confirmam Android superior a iPhone em navegação!!

Empresa canadense rodou 1.000 websites nos produtos para testar o carregamento de páginas da internet.

 

(Fonte da imagem: Divulgação Google/Apple)

Para navegar pela web, prefira utilizar um equipamento com sistema operacional Android a um iPhone. É essa a conclusão de uma bateria de 45 mil testes realizados pelos canadenses da Blaze Software, que teve como objetivo determinar qual é o smartphone mais rápido do mercado.

Boom! Banda larga no Brasil cresce 51,5% durante o primeiro trimestre!

Os acessos em alta velocidade à Internet por redes móveis superaram as conexões de banda larga fixa, que somaram 14 milhões no primeiro trimestre.

Reuters. Por Priscila Jordão - O número de acessos à banda larga fixa e móvel no Brasil teve um acréscimo de 51,5 por cento no primeiro trimestre em relação ao mesmo período de 2010, impulsionado por um salto nas conexões móveis, afirma pesquisa da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), divulgada nesta terça-feira.