Linux – Ubuntu

Precisa aprender sobre o Linux? Aí vão 12 sites para ajudar

A Linux Fundation diz que a falta de profissionais com conhecimentos sobre o sistema é um dos principais problemas reportados pelas empresas.

Como cada vez mais as empresas se voltam para o Linux para resolver situações criticas, saber que a sua equipe de TI tem os conhecimentos necessários é mais importante do que nunca.

Esse é um desafio significativo, já que a demanda por funcionários que dominam o sistema Linux é muito maior que a oferta, o que os tornam a “matéria-prima” do momento, sendo disputados por empresas de médio e grande porte.

A Linux Fundation afirmou que a habilidade com o sistema operacional é um dos principais desafios reportados pelas empresas que usam o OS, enquanto no site de vagas para TI Dice.com a demanda cresce 31% ao ano, em vez dos 20% gerais.

Então como os profissionais de TI podem conseguir esse conhecimento desejado, seja para um novo emprego ou para o atual? Existem inúmeras oportunidades na internet.

1. PaulPaulito.com
Site holandês lançado no início deste ano, o PaulPaulito.com, oferece uma série de vídeos de formação em Inglês, espanhol e alemão. A empresa é uma parceira de treinamento aprovada pelo Linux Professional Institute (LPI), e dá cursos preparatórios para os exames de certificação LPI. O primeiro, por exemplo, foca no exame LPI-101, com uma série de 45 vídeos de 10min; além de exames práticos. Os planos de assinatura são vendidos inicialmente a 49 euros, cerca de 67 dólares, por mês, e podem ser cancelados a qualquer momento.

2. Parceiros do LPI
A própria organização de certificação tem parcerias com várias unidades de treinamento em todo o mundo. Uma consulta regional no site LPI permite pesquisar os parceiros de treinamento perto de você.

3. Red Hat
Fornecedora da Linux, a Red Hat é outra fonte de programas de formação e certificação, que incluem várias ofertas online voltadas para o Red Hat Enterprise Linux. Entre os cursos virtuais estão a administração do sistema Red Hat e solução de problemas, com preços a partir de 1,4 mil dólares.

 

4. BeginLinux.com
Uma variedade de cursos online autodidatas estão disponíveis em BeginLinux.com, com foco em temas que incluem o Ubuntu Server, Apache Security, e CentOS Server. O preço é 95,95 dólares.

5. Fundação Linux
Da mesma forma, a Linux Foundation também oferece cursos de formação online, além das aulas tradicionais. Embedded Linux, o kernel do Linux, Open Source e Compliance são todos parte da longa lista de ofertas. Os cursos são ministrados usando transmissão de áudio em tempo real e ferramenta Java de colaboração virtual. Na busca do site da Linux Foundation você pode encontrar um de seu interesse. Os preços das aulas virtuais é de 2,7 mil dólares.

6. Canonical
Aqueles que querem aprender mais sobre o Ubuntu também podem encontrar ofertas online no site do OS, que oferece inúmeros cursos na seção de treinamento.

7. IBM
A IBM é outra fornecedora que oferece seus próprios cursos de treinamento em Linux via internet, incluindo várias ofertas que acompanham o ritmo de aprendizagem do internauta. Os preços dos cursos começam em 675 dólares.

8. LinuxCertified
Entre as diversas oportunidades de aprendizagem online, na LinuxCertified também existem muitas opções de ensino à distância, incluindo fundamentos de Linux, por 99 dólares.

9. Free Technology Academy
A organização Free Tecnology Academy oferece muitos cursos online sobre Linux e outras tecnologias de código aberto. O preço por módulo é de 380 euros, ou cerca de 517 dólares.

10. Novell OpenCourseWare
Bem como a Red Hat, Canonical e a IBM, a Novell oferece uma variedade de cursos de formação sobre como utilizar os produtos Linux. O treinamento é gratuito e não há necessidade de registro.

11. Virtual Training Company
A empresa oferece uma ampla série de tutoriais online sobre o Linux, e alguns conteúdos são gratuitos. Os tutoriais requerem Flash ou QuickTime para reprodução. A assinatura mensal de 30 dólares para usuários individuais dá acesso a mais de 900 cursos, incluindo o conteúdo completo para quem tem foco no Linux.

12. E-Learning Center
Parecido com o PaulPaulito.com, o E-Learning Center oferece cursos focados na preparação para a certificação LPI, assim como para a certificação em Red Hat. De qualquer forma, o acesso custa 69 dólares ao ano.

Você conhece outros cursos? Recomende aqui em nossos comentários!

( Katherine Noyes)

Ubuntu 11.10 Beta 1 disponível para download

Mantendo o calendário em dia, a Canonical liberou ontem mais uma versão de testes do Ubuntu 11.10, agora em versão Beta. Ou seja, a partir daqui já podemos ter uma ideia clara, para melhor e para pior, do que veremos na versão final do sistema, quando ele for lançada oficialmente em outubro desse ano.

Botões de controle que desaparecem. Você também vai odiar isso… (via OMG! Ubuntu!)

Uma das mudanças que mais gerará controvérsia: a partir de agora, se uma janela estiver maximizada, os botões de controle (os conhecidos maximizar, minimizar e fechar) desaparecem, voltando a aparecer se você deixar o mouse por cima da barra de títulos. Pessoalmente, achei a ideia bem ruim, e pode gerar muita confusão com os usuários, principalmente aqueles que estão migrando de outros sistemas operacionais. Pode ser que no final das contas essa mudança acabe se mostrando uma ótima ideia, mas até o momento considero isso uma bola fora do time de designers da Canonical.

Além disso, outras mudanças merecem nota:

  • Dash completamente redesenhado. Agora está mais fácil filtrar programas e aplicativos;
  • O Alt+tab também foi redesenhado, e agora mostra miniaturas até mesmo de janelas que estejam minimizadas;
  • GDM completamente substituído pelo LightDM. E com um visual compatível com o Unity;
  • A Central de Programas sofreu diversas melhorias e também ganhou um novo layout;
  • Durante a instalação, é possível tirar uma foto ou usar uma imagem para usar no perfil que está sendo criado;

Além, é claro, das óbvias correções de bugs (com novos aparecendo) e da atualização dos programas mais comuns. No vídeo abaixo você pode ver algumas das novidades do Ubuntu 11.10 Beta 1:

(Vídeo no YouTube)

O download do Ubuntu 11.10 Beta 1 pode ser feito no site do projeto. Como sempre, lembramos que essa é uma versão de testes, bugs existem aos montes, e usá-la em um ambiente de produção pode abrir portais para outras dimensões. Evitem isso ao máximo.

Com informações: OMG! Ubuntu!

Primeiro beta do GNOME 3.2 é lançado

O projeto GNOME lançou a primeira de duas versões beta do GNOME 3.2. A versão do pré-lançamento, nomeada GNOME 3.1.90, veio apenas alguns dias depois do congelamento da interface do usuário, que na versão beta foi recolocada para ter tempo de inserir outras modificações.

A interface no GNOME 3.2, que tem previsão de lançamento para 28 de setembro, deve se espelhar na versão beta. Um dos novos recursos é o suporte para web apps, que integra os sites que são frequentemente usados no desktop como aplicativos de web. A nova versão também utiliza uma recém-lançada versão do GNOME Shell, que, entre outras melhorias, inclui três aprimoramentos: um teclado na tela, uma ferramenta de busca de contatos e as notificações agora suportam capas de álbuns de músicas. Elas foram desenvolvidas em parte por estudantes do Summer of Code, do Google.

Além de lançar o beta, a equipe de desenvolvimento do GNOME fez um update de muitas páginas em sua wiki sobre as novas características do GNOME 3.2. O suporte para visualização rápida de arquivos, tela de login estilizada e outras centenas de bugs irritantes corrigidos já estão prontos. O suporte para tablet está “sendo feito” e a integração do IBus e o menu da aplicação serão disponibilizados no GNOME 3.4.

Com informações de The H

Novidades Ubuntu 11.04

Distro recebe melhorias na interface, além de versões atualizadas de aplicativos como Firefox e LibreOffice. Unity torna-se o gerenciador de janelas padrão.

Finalmente! Depois de muita especulação, mudanças drásticas, brigas com a comunidade e até mesmo a dúvida do gerenciador de janelas padrão, o Ubuntu 11.04 já está disponível para download, trazendo várias novidades e diversas mudanças na interface. Então, enquanto o download não termina, que tal pegar um copo de café e acompanhar com a gente as principais novidades na mais nova versão do Ubuntu?

 

Por padrão, você tem quatro desktops virtuais para organizar suas janelas | Clique para ampliar

DICAS PARA INICIANTES EM LINUX

Quando um iniciante começa a usar alguma distribuição, sendo muitas vezes com o “Windows”, se depara com problema de transição. Pensar que o Linux é inferior ao “Windows” se torna uma “realidade” no primeiro acesso ao sistema.

Mas não se engane o Linux é um ótimo sistema operacional para programadores (“na minha opinião é melhor sistema para programadores”) e o melhor pessoas que gostam de saber como o computador funcionam e entendê-lo mais afundo.

O Linux é um sistema operacional com um vasto acervo de recursos para programadores, usuários avançados e qualquer pessoa que venha a mexer mais a fundo com computadores.

No Linux exite um terminal parecido com o Ms-Dos do “Windows” e com um enorme conjuntos de comandos que podem ser utilizado para realizar qualquer tarefa.

Rússia planeja substituto ao Windows

Com US$ 4,9 milhões destinados ao projeto, o Governo da Rússia confirmou o plano de desenvolver uma alternativa ao Windows, visando economia na aquisição de licenças, melhoria na segurança computacional da nação e menor dependência do software americano no país.

Na Rússia, o computador usa você!

 

Software Center do Ubuntu 11.04 trará test drive de aplicativos

Você olha as screenshots, lê a descrição e as avaliações de outros usuários… Parece que, enfim, encontrou o software certo para suprir uma necessidade. Mas aí instala e vê que, por um detalhe (ou por muitos), ele não serve para você. Perda de tempo e carregamento de dependências e outros inconvenientes que a instalação/remoção de um programa gera.

Mas e se fosse possível testar de forma prática e rápida, numa camada separada da do sistema operacional instalado na máquina, o programa antes de instalá-lo? É o que promete a Central de Software do Ubuntu 11.04, ainda em desenvolvimento. O recurso “Test Drive” permitirá a qualquer interessado testar um aplicativo num servidor remoto antes de instalá-lo. Veja no detalhe:

Comemoração dos 20 anos do Linux

Falta poucos meses para o Linux completar 20 anos, mas suas comemorações já estão começando!

O Linux completa oficialmente 20 anos em agosto de 2011, mês que o Linus Torvalds liberou o primeiro código do Linux, após a tão conhecida mensagem “Hello everybody out there…”

Para comemorar a data, a Linux Foundation está preparando novidades, festas e eventos, até uma página foi criada para as comemorações. Confira o vídeo criado pela fundação, contando de maneira bem interessante a história do Linux.

Novo Ubuntu 11.04 chega dia 28 com quatro mudanças radicais

Sistema operacional de código aberto irá apresentar interface para dispositivos touch; versão para netbook não estará mais disponível.

A combinação entre a crescente popularidade do Ubuntu com todas as expectativas da próxima versão fazem com que a Natty Narwhal, ou Ubuntu 11.04, seja a distribuição mais esperada do sistema operacional de código aberto.

Marcada para ser lançada oficialmente no dia 28 deste mês, a Natty Narwhal será a primeira versão do Ubuntu com várias mudanças radicais. O sistema gráfico Wayland não estará pronto a tempo, contudo o Unity, que possui capacidades 3D, já substituiu o Gnome como interface padrão do desktop, por exemplo.

Por que existem tão poucos computadores com Ubuntu no mercado?

Este é meu blog pessoal. Apesar de ser o responsável técnico por todos projetos da Canonical junto à OEMs na America Latina, este artigo reflete minha experiência e pensamentos pessoais e não uma opinião oficial da Canonical.

Desde que a Dell lançou seu primeiro notebook com Ubuntu no mercado em dezembro passado, algumas perguntas que volta e meia me fazem voltaram com mais força:

  • Por que não vemos mais PCs com Ubuntu (ou Mandriva, OpenSuse, etc) no Brasil?
  • Por que tem tantos equipamentos com Linux mal instalado/mal configurado/com problemas no mercado?
  • Por que eu não acho um notebook top de linha com Linux para comprar?

A resposta resumida é simples: os fabricantes e integradores não se importam.

A resposta mais longa é mais complicada. Para sermos mais precisos, devemos dizer que os fabricantes não veem valor agregado.

Para começar, vamos separar um pouco o mercado em 3 grandes áreas cuja dinâmica é bem diferente entre elas: varejo, corporativo e governo. Vou me ater ao varejo que é o mercado mais visível para nós, consumidores.

Grosso modo, varejo é o mercado das lojas, reais e virtuais, onde você, amigo leitor (que brega!) chega, escolhe e compra. O integrador ou fabricante de computadores para varejo (que de agora em diante chamaremos de OEM – Original Equipment Manufacturer – ou LOEM  sendo que este “L” significa “local”), não vê mercado para máquinas com Linux a não ser que seja como ferramenta de barateamento de preço (através de incentivos fiscais vinculados ao PPB ou ao programa Computador Para Todos ou como ferramenta de alavancamento de redução de preços junto à Microsoft)  já que este é um fator decisivo para a compra neste mercado mas temos aí três problemas:

  1. Os varejistas não pedem máquinas com Linux aos OEMs e isso ocorre por vários fatores:
    • Estes estão “queimados” por distribuições que dão muita devolução e reclamações (como eu costumo dizer, criar uma distribuição é fácil, manter é que são elas).
    • Os vendedores não fazem a menor ideia de como vender Linux (e os varejistas não tem a menor intenção de gastar tempo e dinheiro educando e treinando este pessoal por causa de algo que é nicho para eles) e muitos até indicam um “técnico” para instalar Windows no lugar.
    • A Microsoft paga para varejistas e dá prêmios aos vendedores para incentivar a venda de seus produtos.
  2. Nos últimos anos a Microsoft tem investido agressivamente no mercado varejista chegando a cobrar valores irrisórios (e eu estou falando aqui de valores de cafezinho, literalmente) por cópia de Windows e oferecendo pacotes incluindo MS Office a um preço muito baixo e, além de tudo, ela tem uma arma bastante eficiente que é a chamada verba de marketing. Esta é uma verba que fornecedores passam aos seus clientes para que estes promovam os produtos junto ao mercado. Não há nada de errado nisso mas, como a Microsoft tem bolsos muito fundos, eles podem se dar ao luxo de oferecer somas vultosas que, somados aos baixos preços de licenciamento, chegam a resultar em um valor líquido negativo onde ela, efetivamente, paga para que o OEM use seus produtos. Por causa disto, programas de redução de impostos como os citados acima já não é mais tão atrativos para este mercado. Claro que estas vantagens tem também suas exigências como pedir exclusividade em determinadas linhas de produtos, efetivamente eliminando a concorrência de outros sistemas operacionais.
  3. Para o fabricante, existem outras dificuldades. Por lei, ele tem que prestar suporte e assistência e á mais fácil fazer isso quando se tem apenas um OS e conjunto de aplicativos. O mesmo vale para os recursos de engenharia. Mesmo sabendo das vantagens técnicas do Linux, a máxima do “formata e reinstala” ainda reina no varejo.

Em resumo: neste mercado de varejo, o fabricante ou integrador nacional se vê numa situação em que os clientes dele pedem Microsoft e, como não vê valor agregado em usar outra coisa, a não ser em casos específicos como licitações e compras governamentais (que nem todos participam, muitos focam em varejo apenas), acaba sendo mais eficiente, em termos operacionais e econômicos, render-se à monocultura embora seu time de engenharia saiba da qualidade do Linux (já estive em LOEMs onde o pessoal da engenharia fez questão de me mostrar que era usuário e fã de Ubuntu ou onde toda a estrutura interna rodava em Linux no geral).

As coisas mudam bastante nos mercados corporativos e governamentais mas isso é assunto para outro post.

Ubuntu, migrar ou não? Eis a questão.

Doravante vocês terão a visão de um, diríamos, “usuário comum” em computadores pessoais, precisamente no Ubuntu . Sim, este que vos escreve não entende de programação, tampouco linhas de comando, mas vai dar sua contribuição para o Ubuntero (Viva a democracia!), mostrando as vantagens de migrar para software livre.

Deixo que são apenas feedbacks com intuito de compartilhar experiências de utilizar um sistema robusto, confiável e o melhor de tudo, gratuito.

Há anos testei várias versões do Ubuntu, porém, a minha paixão só ocorreu mesmo com a 10.04 LTS – Lucid Lynx, que diga-se de passagem arrebatou com seu visual agradabilíssimo.

Quando se migra de vez para o Linux, a preocupação mais comum é saber se os programas que você possuía noutro universo, continuarão a atender suas necessidades.

Bom, se for você for usuário como eu, que precisa tão somente de planilhas, editores de texto, programas para tratamento de fotos, mensageiros instantâneos? e um ótimo navegador de internet, garanto que o Ubuntu atende sim e faz muito mais do que isso.

Para estudar, navegar na internet, entrar em contato ?com parentes e tantas outras tarefas do cotidiano, o Ubuntu não deixa nada a desejar, muito pelo contrário, me ajuda e muito no dia-a-dia.

Então por que as pessoas não migram? Existem várias respostas para esta pergunta, seja ela por medo, programas não compatíveis, comodismo e  tantos outros “porquês” que não alavancam de vez sua usabilidade contínua.

Converter, digo, convencer seu amigo ou amiga a usar o Ubuntu[bb] não é uma tarefa fácil, mas é bacana ver alguém se virando manuseando o sistema para tarefas do seu dia-a-dia. Enxergamos nestes casos, a essência do que o Ubuntu nos traz e quer dizer: “Humanidade para os outros. Sou o que sou pelo que nós somos”.

Portanto, não sintam receio em migrar[bb] para algo que podemos confiar, afinal arriscar-se é um verbo que faz parte de toda nossa vida. Palavras de Ubuntero.

Fonte: http://www.ubuntero.com.br/?p=1406

Governo Federal Fortalece o Modelo do Software Público

Nesta quarta-feira, dia 19 de janeiro, o governo federal publicou no Diário Oficial da União a primeira versão da Instrução Normativa do Software Público Brasileiro – a IN01/2011, que foi elaborada nos dois últimos anos com a colaboração dos coordenadores das comunidades do Portal SPB e da Consulta Pública junto à sociedade brasileira.

O Ministério do Planejamento fez uma divulgação do acontecimento em seu portal institucional passando os detalhes do lançamento da IN01/2011. A notícia pode ser vista com detalhes mais abaixo e utilizada pelos usuários do Portal para divulgar essa conquista.

A IN do Software Público encontra-se disponível no endereço http://www.softwarepublico.gov.br/spb/download/file/in_spb_01.pdf

E a versão publicada no Diário Oficial da União pode ser acessada pelo endereço http://www.softwarepublico.gov.br/spb/download/file/in_spb_01_DOU.pdf

Veja a notícia divulgada pelo Portal do Ministério do Planejamento:

Brasília, 19/01/2011 – A sociedade ganha hoje mais garantia para usar de forma continuada os programas disponíveis e que são baixados do Portal do Software Público Brasileiro. Essa é uma das novidades da Instrução Normativa (IN) no 1, da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento (SLTI/MP), publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial e que institucionaliza o sistema. A medida também traz mais segurança para a manutenção e desenvolvimento de todo o processo que é realizado pela Administração Pública, como as políticas de registro e usabilidade dos softwares.

O portal, iniciativa pioneira no mundo, foi criado em 2007, inaugurando nova etapa para a expansão do software livre no Brasil. Trata-se de um modelo de licenciamento e gestão que compartilha de forma gratuita com qualquer cidadão os programas criados pelo Governo e a rede de parceiros, como empresas. “Este é um elemento estratégico para os projetos de governo eletrônico (e-Gov) e de inclusão digital”, diz a secretária Glória Guimarães.

Segundo a titular da SLTI, com este site o Executivo Federal se tornou protagonista no desenvolvimento de soluções e na liderança das comunidades do mundo digital, o que é reforçado agora com a IN. Entre as melhorias trazidas pela nova medida, para o cidadão, empresas e setor público, estão o aumento na quantidade de software que entrará no portal (antes era em média um por mês e agora será o dobro), menos burocratização para os donos dos programas originais na hora de colocar uma solução no portal (reduzindo pela metade o tempo que era de cerca de quatro meses), autenticação dos softwares, que ganhará licença pública de marca, e a obrigação e definição do papel de cada agente nas políticas de uso. Além disso, a SLTI passa a ter mais poder para dar garantia ao novo modelo, como o reconhecimento de direitos autorais dos programas.

Atualmente, o portal abriga 44 softwares públicos, como o Coletor Automático de Informações Computacionais (Cacic) que verifica diversas informações sobre hardware e software nos computadores, o Ginga (espécie de mediador de soluções para TV Digital Brasileira), além de sistemas de gestão para municípios e programas na área da saúde, educação, meio ambiente e gerenciamento de contratos. Já foram feitas ate agora mais de mil instalações desses softwares.

O cadastro já contabiliza mais de 100 mil usuários, entre os que utilizam o serviço e colaboradores que realizam modificações nas aplicações. De acordo com a SLTI, o portal tem sido uma grande ferramenta até para instituições de outros países, como Argentina, Portugal, Chile e Paraguai.

Fonte: Portal do Ministério do Planejamento
http://www.planejamento.gov.br/noticia.asp?p=not&cod=7000&cat=94&sec=7