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Briga de Gigantes: Facebook não bateu tráfego do Orkut no Brasil, diz comScore

A noticia de que o tráfego do Facebook ultrapassou o do Orkut gerou muita discórdia. O Google Discovery, por exemplo, afirma que a leitura dos dados do Alexa.com estão erradas. O Orkut é listado com dois domínios dentro do serviço de mensuração, e a soma dos acessos aos dois domínios (orkut.com e orkut.com.br) faria da rede social do Google ainda o líder desse segmento no país.

Dados da comScore, importante empresa de pesquisas americana, também dizem que o Orkut continua na frente. Consultei a comScore sobre esse assunto e consegui as estatisticas mais recentes da empresa para o Brasil, referentes ao mês de março/2011. Vamos a elas.

Brasil registra 24 milhões de conexões 3G


A banda larga móvel brasileira registou um crescimento de 77% entre o primeiro trimestre de 2011 e o mesmo período, no ano passado. A informação foi divulgada pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil) nesta terça-feira, 19.

O número de conexões 3G passou de 13,7 milhões para 24,4 milhões. “O crescimento extraordinário desse segmento já coloca o Brasil, de acordo com consultorias internacionais, na oitava posição no mercado mundial de banda larga móvel e em nono lugar entre os países com maior número de acessos fixos”, declarou a associação, em nota.

Presente em 1.441 municípios brasileiros, a banda larga móvel começa a chegar a cidades pequenas, como Jatobá (MA), que tem menos de 10 mil moradores e Santa Carmem (MT), com pouco mais de quatro mil habitantes.

 

Fonte: http://www.mobilepedia.com.br/noticias/brasil-registra-24-milhoes-de-conexoes-3g

Boom! Banda larga no Brasil cresce 51,5% durante o primeiro trimestre!

Os acessos em alta velocidade à Internet por redes móveis superaram as conexões de banda larga fixa, que somaram 14 milhões no primeiro trimestre.

Reuters. Por Priscila Jordão - O número de acessos à banda larga fixa e móvel no Brasil teve um acréscimo de 51,5 por cento no primeiro trimestre em relação ao mesmo período de 2010, impulsionado por um salto nas conexões móveis, afirma pesquisa da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), divulgada nesta terça-feira.

LinkedIn chega a 75 milhões de usuários

Rede social com foco em contatos profissionais tem mais de 1 milhão de cadastrados no Brasil.

O LinkedIn disse em comunicado nesta quarta (4) que ultrapassou a marca de 75 milhões de membros no mundo – mais de 1 milhão no Brasil.

De acordo com a rede social, o site recebe 2 milhões de novos membros por mês, o que significa um novo cadastro por segundo.

O Linkedin é focado em relacionamentos corporativos. Os perfis têm campos para o histórico profissional e recomendações de pessoas com quem o usuário já trabalhou. A plataforma também está sendo usada por empresas como meio de contratação.

A empresa também anunciou a aquisição da startup americana mSpoke, especializada em ofertas para publicadores de conteúdo, analistas de buscas e usuários.

Nos dias 18 e 19 de agosto, Arvind Rajan, vice-presidente de operações internacionais do LinkedIn, estará no Brasil.

E-commerce no Brasil tem muito espaço para crescer

Segundo levantamento do instituto comScore (dados de maio de 2010), a América Latina teve o maior crescimento em audiência na web com relação ao restante do mundo. Mas isso não é, necessariamente, algo positivo. A América Latina representa 8% da audiência global, a Europa 28%, Ásia Pacífico 39% e América do Norte 17%.

Ficamos à frente apenas da África, com 7%. O Brasil cresceu 23% no último ano, em se tratando de usuários que acessam de casa ou do trabalho, locais mais utilizados para compras online. Dentre as categorias com destaque estão o setor automobilístico, viagens, classificados e varejo.

O tempo gasto pelos brasileiros na web é o maior, fator influenciado pela não existência ainda de banda larga em grande escala. Falando em atividades online, na América Latina, as buscas estão em primeiro lugar, com 85,5%, e o acesso às redes sociais em segundo, com 81,9%, seguidos por e-mail, entretenimento e mensagens instantâneas.

A atividade de compras ficou em sétimo lugar, com 62,1%, que se equipara à média mundial, o que demonstra que o e-commerce, na região, ainda está em crescimento, se comparado aos EUA, que tem 83,6%.

Outro dado interessante é que 98% das pessoas que visitam sites de e-commerce também visitaram sites de buscas no mesmo período.

Aliás, a média de buscas feitas na América Latina supera a de todos os outros continentes, sendo que os campeões são Colômbia, México e Venezuela. O Google é a empresa com maior participação por aqui, com uma média de 65%, em relação a 50%, no restante do mundo.

Comparação de preços é um item muito importante e na América Latina ele alcança a média de 21,5% das atividades, próximo à mundial, de 23,7%. Nesse quesito, os americanos estão na frente com 39% e os brasileiros se destacam em segundo, com 33,8%, sendo o Buscapé líder nesse campo.

Dentre as categorias de compras que o Brasil está acima da média na América Latina estão livros, lojas de departamentos, esportes, filmes, cosméticos, perfumes e shoppings. E as que ficam abaixo são hardware, flores e presentes, música, tickets, brinquedos, joias e bens de luxo. O que demonstra oportunidades a serem exploradas.

O Brasil é líder no e-commerce, embora tenha apenas 35% da audiência, e contou com 61% dos gastos na região, em 2009. Um fato interessante é que 95% dos nossos compradores adquirem produtos de sites na própria América Latina, principalmente do Brasil. Comparando, por exemplo, com Porto Rico, em que 95% das compras são provenientes de fora da América Latina, podemos crer que nossa performance se deve a fatores não apenas comerciais, mas também culturais.

Dentre os players com crescimento, acima de 10% em audiência no último ano, temos Mercadolivre, Americanas.com, Netshoes, Submarino, Casas Bahia, Ponto Frio, Extra.com, Magazine Luiza, Walmart, Carrefour, FastShop, FNAC e destaque para o Privália – site voltado para público de luxo – com um acréscimo extraordinário de 499%!

Esses grandes competidores têm investido em melhorar a experiência do consumidor, trazendo mais segurança às compras online. O que deve ser ainda aprimorado é a questão do engajamento. Mas, como podemos perceber, há um grande espaço para crescimento do e-commerce nacional.

Fonte:  Sandra Turchi